quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Saiba como surgiram as câmeras fotográficas digitais

O desenvolvimento das câmeras digitais tem sua origem nas pesquisas militares durante a Segunda Guerra nos Estados Unidos. Assim como o computador teve grande impulso neste período, as comunicações digitalizadas por meio de mensagens criptografadas foram testadas e utilizadas como táticas de guerra.

A Guerra Fria deu um grande impulso ao surgimento da Internet, pois os militares norte-americanos queriam desenvolver um sistema de comunicação integrada que não ficasse baseado em um ponto central —e sim em vários pontos ou nós, que seriam ao mesmo tempo servidores e clientes de uma grande rede de informações.

Filho do mesmo período da Guerra Fria, o programa especial norrte-americano foi o responsável pelo desenvolvimento da tecnologia fotográfica digital. As primeiras imagens digitais —ou capturadas sem filme— foram feitas pela sonda Mariner 4, em 1965, e registraram a superfície de Marte. Ao total foram feitas 22 imagens em branco e preto, que tinham na época 0,04 megapixels (400 pixels) e levaram quatro dias para chegar à Terra. Tecnicamente estas imagens ainda não eram totalmente digitais, pois utilizavam os princípios analógicos de captura do sistema de televisão.

Um ano antes, em 1964, a RCA criava em seus laboratórios o primeiro circuito CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor), que viria ser o embrião do CCD (Charged Coupled Device), que equipa as câmeras digitais atuais e que é responsável pela captura das imagens. O CMOS é um pequeno circuito que utiliza muito pouca energia e guarda informações como data, hora e parâmetros de configuração de sistemas. Ele é utilizado em aparelhos portáteis e computadores.

O primeiro CCD foi desenvolvido pela Bell Labs em 1969, e teve sua primeira versão comercial feita pela Fairchild Imaging em 1973. Tinha o nome de 201ADC e capturava imagens com resolução de 0,01 megapixels (100 pixels).

Primeiro CCD
Em 1975, a Kodak apresentou o primeiro protótipo de câmera sem filme baseado no CCD da Faichild Imaging, A máquina pesava (pasme) 4 quilos e gravava as imagens em uma fita cassete. No ano seguinte, a própria Fairchild lançaria a primeira câmera sem filme para uso comercial da história, a chamada MV-101.

A primeira câmera totalmente digital foi a Fairchild All-Sky Camera. Ela foi um experimento desenvolvido pela Universidade de Calgary, no Canadá, baseado no CCD 201ADC da Fairchild. Ela obteve o status de digital, pois foi a primeira que utilizou um microcomputador, o Zilog Mcz1/25, para processar as imagens capturadas.

Mas o primeiro grande impulso para o mercado consumidor ocorreria em 1981, quando a Sony lançou a primeira câmera digital. O modelo Mavica, que capturava imagens de 0,3 megapixels (300.000 pixels), custava algo em torno de US$ 12 mil. Ela tinha capacidade para armazenar até 50 fotos nos Mavipaks, que eram disquetes de 2 polegadas percursores dos disquetes de 3 ½ polegadas, inventados também pela Sony.

A Mavica (Magnetic Video Camera), era basicamente uma câmera de TV que congelava imagens. Ela utilizava três CCDs responsáveis pela captura colorida.

Em 1988, a Sony lança as Mavicas C1 e A10 Sound Mavica, com captura de áudio, que custavam US$ 230 e US$ 350 respectivamente, tornando a tecnologia digital mais acessível ao consumidor.

Antes disso, em 1984, durante a Olimpíada de Los Angeles, a Canon utilizou seu protótipo de câmera de vídeo estático em parceria com o jornal japonês Yomiuri Shimbum para transmitir, dos Estados Unidos para o Japão, via telefone, fotos de 0,4 megapixels. As imagens levaram meia hora para ser enviadas, e fizeram o Yomiuri dar um banho nos outros jornais, que dependiam de aviões para levar os filmes.

Popularização do formato
Mas as câmeras digitais só se tornaram populares na década de 1990. O modelo Dycam I tirava fotos em branco e preto com resolução de 320 x 240 pixels e podia armazenar até 32 imagens em 1 MB de memória interna —as fotos podiam ser transferidas para o computador utilizando um cabo serial. A Kodak também lançou nesta época a DCS-200, que possuía um disco rígido para guardar as fotos e tinha resolução de captura de 1,54 megapixel, quatro vezes mais que as câmeras de captura de vídeo estático existentes.

Em 1994 a Apple lançou a Quick Take 100, uma câmera digital colorida com resolução de 800 x 640 pixels e lentes de foco fixo de 50 mm. Ela podia guardar apenas 8 fotos em sua memória interna, o que era pouco, mas abriu as portas para um novo modelo de negócios. Enquanto isso, também em 1994, a Olympus lançava a Deltis VC-1100, a primeira câmera com um sistema de transmissão de fotos integrado, que permitia enviar as imagens por modem ligados a telefones fixos ou celulares para outras câmeras ou computadores. A Deltris fazia imagens com resolução de 768 x 576 pixels e já armazenava as fotos em cartões de memória removível.

A corrida continuou, e em 1995 a Ricoh lançou a RDC-1, primeira câmera digital a capturar imagens em movimento com som, além é claro, de imagens estáticas. A Hitachi, em 1997, colocou no mercado sua MP-EG1, que foi a primeira câmera digital a transferir para o computador vídeos no formato MPEG. Neste mesmo ano, a Sony lançou a Cybershot DSC-MD1, que foi a primeira a gravar imagens a laser em pequenos discos plásticos no formato JPEG. Em 1998, a Fuji introduziu a IN-Printer Camera, que gravava as fotos em cartão e permitia imprimir imagens do tamanho de um cartão de crédito diretamente da máquina.

A partir daí as empresas começaram uma disputa por dar mais resolução e capacidade de armazenamento para as máquinas. Hoje em dia, enquanto as câmeras de uso pessoal estão chegando aos 10 megapixels de resolução, as câmeras profissionais já ultrapassam os 15 megapixels. Ainda não sabemos que novidades e tecnologias vão surgir nesta área, mas não é difícil imaginar transmissão sem fio de fotos para o PC, impressão remota, publicação direta em blogs...

Fonte: UOL Tecnologia

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

O que levar em conta na aquisição de TVs de tela plana

Plasma ou LCD? Vídeo-componente ou HDMI? Solucione dúvidas e saiba o que valorizar na hora de comprar sua TV flat de última geração

No concorrido segmento dos televisores, a última palavra em tecnologia são os aparelhos com telas finas, as chamadas TVs flat, com displays de plasma ou LCD de apenas alguns centímetros de espessura.

Cada cada vez mais populares, estes verdadeiros objetos de desejo já foram mais caros. Mesmo assim, ainda estão longe de ser itens considerados baratos.

Antes de sonhar com uma TV fininha pendurada na sala de estar, certifique-se de suas características e diferenciais.

Você vai encontrar a seguir, informações que vai ajudar a eliminar as dúvidas recorrentes entre consumidores.

Panorama geral
Atualmente, existem dois tipos distintos de TVs flat: de plasma e de LCD. Estas tecnologias possibilitaram a existência de equipamentos finos, relativamente leves e com grandes áreas de exibição.

Contudo, as semelhanças param por aí e as diferenças devem ser levadas em conta antes de o consumidor optar por uma delas.

Plasma
Todos os displays de plasma são de formato wide, mais retangular, similar ao utilizado no cinema, e praticamente todos os modelos de TVs de plasma oferecem resolução HDTV.

Os tamanhos das telas começam em 37 polegadas e podem chegar a 103 polegadas. Porém, os mais comuns ficam entre 42 e 63 polegadas.

Os preços, nos Estados Unidos, começam em mil dólares e podem ultrapassar 15 mil dólares. No Brasil, os modelos mais em conta custam cerca de 5 mil reais.

Em qualquer situação, vale a regra: paga-se mais por imagens melhores. Por isso, não esper que um televisor de 5 mil reais possua a mesma qualidade de imagem de um mais bem caro.

Em geral, os modelos mais acessíveis quase sempre têm menor taxa de contraste e resolução menos caprichada de cores escuras, como cinza e preto, exibindo imagens com menor detalhamento.

Um outro agravante: este equipamento fará um trabalho pior na hora de melhorar a imagem de DVDs e programas de TV de definição-padrão para sua resolução nativa. O resultado são imagens que parecem mais granuladas e esmaecidas do que seriam com um processamento mais requintado.

Os modelos mais caros televisores de plasma (qualquer que seja o tamanho da tela) costumam ser os de 1080p, que oferecem resolução de 1920 por 1080.

No caso do esquipamentos com resolução menor do que essa, a melhoria na qualidade da imagem é uma combinação entre o tamanho da tela e da distância a que é visualizada.

Da mesma forma que os monitores CRT, as TVs de plasma usam o fósforo para gerar luz. Isto quer dizer que ele também está sujeito a se "apagar".

Se uma imagem estática é deixada muito tempo em exibição (como um banner ou um logotipo de uma rede televisiva), pode ser ela que não desapareça quando a imagem mudar.

Felizmente, este risco pode ser minimizado com a regulagem de contraste, brilho, cor e nitidez em níveis mais baixos – normalmente, elas vêm de fábrica com esta regulagem em valores muito altos.

Outra medida é esticar a imagem que está em formato quadrado para o padrão 16:9.

Para driblar o problema, muitos equipamentos já utilizam sistemas que movem continuamente a imagem na tela, de forma imperceptível, para prevenir estas “cicatrizes”.

LCD
Os tamanhos dos monitores LCD vão de modelos de 15 polegadas, mais designados ao uso com computadores, a modelos de 65 polegadas e telas wide.

Em tamanhos de tela inferiores a 42 polegadas, os preços dos TVs de LCD chegam perto e ficam pouco acima de alguns modelos de TVs CRT.

Seus preços são mais atraentes que os de TVs de plasma abaixo de 50 polegadas. Para tamanhos maiores do que estes, entretanto, LCDs costumam ser mais caros.

Em matéria de imagem, apesar dos progressos implementados, os LCDs ainda tendem a oferecer menor taxa de contraste do que os TVs de plasma, principalmente devido à dificuldade em reproduzir tons de preto e cinza-escuro.

Além disso, podem ter tempos de resposta mais lentos, que podem produzir efeito de “rastro”, principalmente em filmagens de esportes.

Os fabricantes de LCD já fizeram melhorias nestas ressalvas, acelerando o tempo de resposta e, mais recentemente, introduzindo modelos high-end que atualizam o display 120 vezes por segundo, em vez de 60.

Em geral, os LCDs são alguns centímetros mais grossos que monitores de plasma e tem ângulos de visualização um tanto mais restritos.

Imagens exibidas por TVs de plasma (como no CRT) são mais facilmente visualizadas e não são alteradas quando vistas por ângulos laterais.

Por outro lado, LCDs são imunes ao mencionado efeito de “cicatriz”, menos afetados por ambientes sob forte iluminação, e geralmente contêm mais funções encontradas em televisores convencionais.

São mais silenciosos: o LCD gera menos calor do que as TVs de plasma, dispensando coolers barulhentos.

Especificações
Foi-se o tempo em que era fácil escolher uma nova televisão, bastava olhar algumas especificações e comprar aquela com o preço que melhor se encaixava no seu orçamento.

Hoje, mesmo quem entende de tecnologia, sente-se perdido em meio tantos números, atributos e terminologias.

Para ajudar nesse processo, vale considerar:

Itens importantes

Índice de contraste
A taxa de contraste se refere aos valores máximos da luz de brilho e escuridão que a tela pode produzir ao mesmo tempo. Sendo todo o resto igual, quanto mais alto melhor.

O problema é que o "resto" quase nunca é igual.

Deixar a saída de luz no máximo, por exemplo, pode aumentar o contraste, mas não irá fazer nada além de superar os baixos níveis de escuridão, que tendem a ser o grande problemas com plasmas e especialmente com LCDs.

Então tome os índices de contraste como um guia mais básico a ser suplementado por uma avaliação de uso teste.

LCDs tendem a ter índices de contraste indo de 400:1 a 800:1. Telas de plasma começam em cerca de 600:1 - os modelos top de linha chegam a 1500:1 ou melhor.

Índice de proporção
Este item descreve a relação entre a largura da tela e a sua altura. As mais convencionais possuem índice de 4:3, enquanto os modelos wide-screen são 16:9.

Telas wide-screen tendem a dominar no futuro, que é utilizado nas HDTVs. Além disso, DVDs geralmente parecem melhores em telas wide-screen. Quase todos os filmes rodados nos últimos 50 anos ficam "melhor" se assistidos em telas wide.

Resolução
Diferentemente do CRT, as telas de plasma e LCD possuem uma disposição fixa de pixels: linhas e colunas de elementos individuais que são ativados ou desativados para produzir as formas de luz necessárias para a exibição das imagens.

A resolução é especificada como um número de pixels por coluna pelo número de pixels por linha – por exemplo, 640 por 480, ou 1.280 por 720.

Resolução e contraste (embora este em um grau menor) determinam a quantidade de detalhes perceptíveis na tela.

De modo geral, uma tela é considerada de alta definição se tiver formato wide e possuir uma contagem total de pixels próxima de um milhão.

Assim, 1.280 por 720, 1.366 por 768 e 1.024 por 1.024 são exemplos de resoluções de alta definição.

Telas wide-screen sem alta definição são chamadas de definição aperfeiçoada, com resolução geralmente de 852 por 480. Definição padrão pode incluir 640 por 480 e 720 por 480.

Entradas de vídeo
O número e o tipo de entradas de vídeo determinam quais fontes você pode usar na tela:

Vídeo composto: qualidade menor, mas com compatibilidade mais ampla. Qualquer aparelho que possui saídas de vídeo vai incluir vídeo composto. A conexão é feita com um cabo coaxial de 75 Ohms entre dois jacks RCA

S-Vídeo: Melhor qualidade, e quase todas as fontes de vídeo possuem saídas S-Vídeo, com exceção do padrão VCR. A conexão é feita com um cabo especial e plugs de vários pinos.

Vídeo componente: Alta qualidade. Esse é o padrão mínimo de TVs de alta definição e players de DVD com scan progressivo. Requer três cabos coaxiais de 75 Ohms do mesmo tipo usado pelo vídeo composto.

RGB+H/V: Alta qualidade. Uma conexão analógica vermelho-verde-azul (RGB) horizontal/vertical é algumas vezes usada em vez de um vídeo componente. Essa entrada requer cinco cabos coaxiais de 75 Ohms do mesmo tipo usado pelo vídeo componente.

VGA: Alta qualidade. VGA (Video Graphics Array) é uma conexão analógica RGB usada por conexões de computador e algumas vez no lugar de RGB+H/V.

DVI: A mais alta qualidade. DVI (Digital Visual Interface) é uma conexão digital RGB, comumente usada em HDTV e, ocasionalmente, para players DVD; também pode ser usado para conexões de computador. Requer um cabo especial e vários plugs. Mas atenção: algumas telas com entrada DVI podem funcionar somente com computadores. Outra coisa necessária para garantir a compatibilidade HDTV é aceitar o sistema HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection, proteção de conteúdo digital).

HDMI: A mais alta qualidade. HDMI (High-Definition Multimedia Interface) é basicamente DVI com link de áudio digital e HDCP; pode ser combinado com DVI usando cabos adaptadores.

Itens relevantes

Comb Filter: Filtros digitais que eliminam interferências dos sinais de brilho e cor, os comb filter são necessários em TVs analógicas. Em aparelhos de alta definição, ele entra entra em ação para recepção de sinal de TV analógicas ou qualquer sinal vindo através de uma conexão de vídeo composto. Não é usado em outras situações.

Na hora da compra

Espessura: se você pode sobreviver com um aparelho que seja 30 cm mais profundo que um quadro de parede, aparelhos LCD e DLP (Digital Light-Processing) com fundo sobressalente podem oferecer desempenho similar ou superior ao das telas de plasma em tamanhos similares com preço consideravelmente menor.

Pense em DVI: na medida do possível, deve-se obter um conjunto compatível com entradas HDMI ou HDCP. Isso irá lhe garantir compatibilidade total com sintonizadores HDTV e futuros players HD-DVD.

Compare as telas: praticamente todo aparelho de tela plana vai lidar bem com sinais HDTV e DVD. Mas cabos ruins e sinais de satélite podem criar problemas. Não tome nenhuma decisão baseada somente em imagens geradas a partir de fontes primárias. Teste o equipamento com um DVD de um filme com cenas turvas e/ou noturnas. Use-as para checar se há boa reprodução de negros e capacidade de geração de detalhes em penumbras.

Controle remoto: ele pode se tornar seu melhor amigo o o pior inimigo. Verifique se possui botões que brilham no escuro ou outro tipo de iluminação própria para ajudar quando estiver assistindo de luz apagada. As funções comumente usadas são fáceis de encontrar?

Configurações de vídeo: use o controle remote e acesse o menu de ajuste de vídeo para verificar as configurações. Se você achou que a imagem parecia um pouco (ou muito) fora na primeira exibição, tente selecionar as configurações médias de contraste, brilho, cor, tom e contraste.

Não será provavelmente a configuração ideal, mas é provável que seja mais próximo do que você encontrou originalmente. Uma boa TV mal ajustada pode exibir imagens piores do que é capaz. Repita os teste usando várias fontes, incluindo um filme com cenas escuras, se necessário.

Faça backup online de seus arquivos Gratuitamente

Serviços gratuitos permitem criar cópias de segurança que podem ser acessadas de qualquer lugar do planeta

Você certamente faz backup dos seus arquivos mais importantes semanalmente ou mesmo diariamente, e atualiza as cópias de segurança em disco uma vez por mês, certo? Não? Bem...

Você não é o único. Muita gente deixa isso para depois ou afirma não ter tempo. Para facilitar a vida de quem zela por seus documentos, há vários serviços online de backup disponíveis. E o melhor de tudo: gratuitos.

Cheios de recursos e bem acabados, eles permitem realizar cópias de arquivos importantes mesmo enquanto trabalha neles. Com isso, documentos de texto, planilhas, sites favoritos, imagens e músicas não somente podem sobreviver a uma catástrofe ou roubo de equipamento, como também se tornam mais acessíveis para você (basta ter um computador com internet) como a qualquer um com quem você deseje compartilhar as informações.

Logicamente, usar o armazenamento online de uma empresa significa depender da estabilidade do site, sua segurança web e política de privacidade. Backups e talvez uma imagem em um segundo disco rígido ainda sejam as melhores soluções.

Entretanto, ao usar um serviço online, você ganha redundância e diminui as chances de perder dados importantes.

Uma leva de novos sites está ávida para desafiar a hegemonia da Microsoft e seu pacote Office. Dois dos melhores são o Zoho, para documentos de textos, e o Google Textos e Planilhas. Ambos são gratuitos e incluem espaço para os usuários armazenarem seus dados (o Zoho oferece 1 GB; o Google limita o número e o tamanho de documentos e planilhas que você pode armazenar – clique aqui e saiba mais).

Tudo que é criado é salvo automaticamente em um servidor online. O usuário também será capaz de acessar todos os seus documentos em qualquer browser, sem a necessidade de instalar softwares.

Assim como muitos outros sites avançados, o Zoho e o Google usam JavaScript não sincronizado e XML – ou Ajax – para apresentar um ambiente parecido com o de desktop ao usuário. Ambos oferecem teclas de atalho para atributos mais comuns, salvamento em background e outras funções básicas. Nenhum deles chega perto de substituir o Office quando o assunto é uso amplo dos atributos oferecidos – além da probabilidade de ser incomodado por um bug aqui e ali. Mas para os arquivos usados em casa, eles trazem o necessário.

Para quem possui o pacote da Microsoft, o Zoho recentemente lançou um plug-in que acopla o serviço ao Word e ao Excel. Instale-o e uma barra de ferramentas permitirá que você abra arquivos Zoho diretamente no Offi ce. Quando fizer as alterações e clicar no botão Save, o documento online fica atualizado. Pode-se ainda adicionar os textos e planilhas criados no Offi ce para seu repositório Zoho.

Contudo, nenhum dos serviços é perfeito. Ambos exigem uma conexão de internet estável para acesso aos arquivos. E mesmo que você possa importar arquivos do Office em qualquer serviço (através de uma opção no site ou o botão Add no plug-in do Zoho), quando isso é feito, a formatação costuma ficar comprometida. Nada de usar as fórmulas do Excel, macros do Word, numeração de páginas e outros atributos.

Os favoritos costumam ser outra dolorosa perda quando o HD apresenta problemas. Horas e horas de pesquisa para descobrir as melhores fontes de informação, tanto pessoais quanto profissionais, jogadas fora.

Mas algumas opções online vieram para salvar. Diversas extensões do Firefox não somente fazem backup automático dos bookmarks em um servidor online, como também os sincroniza entre browsers em vários PCs. O Foxmarks, por exemplo, possui ótimas opções de confi guração: é possível substituir todos os bookmarks com os dados armazenados online, se sua máquina apresentar problemas de sincronização, ou ainda substituir o que estiver armazenado pelos seus favoritos locais.

Depois da instalação, o add-on sincroniza os sites preferidos sem esforço. Além de poder marcar um bookmark no trabalho e tê-lo rapidamente em casa (sem precisar mandar um e-mail para si mesmo com a URL), se o computador apresentar problemas, basta reinstalar o Firefox e se logar no Foxmarks para restaurar todos os seus favoritos.

O Google oferece o plug-in Browser Sync para o Firefox que sincroniza os bookmarks, cookies, senhas, histórico e até as abas abertas. Pessoas mais preocupadas com segurança devem evitar sincronização de senhas no servidor de terceiros.

Uma das partes mais legais da fotografia é poder mostrar as imagens capturadas. Quem pensa assim já deve ter feito upload das suas fotos em sites de compartilhamento como o Flickr ou o SmugMug.

Alguns desses sites possuem atributos que oferecem uma boa solução de backup para fotos. O primeiro deles disponibiliza dois pacotes de uso; o gratuito possui um limite de até 200 fotos e upload de 20 MB por mês, o pago sai por US$ 25 anuais e oferece espaço ilimitado. O serviço possui uma boa gama de atributos, como exibição em resolução total e comentários acoplados à imagem.

Vírus roda game enquanto infecta o PC

Ataque pega carona na popularidade da Nintendo e usa Mario Bros como isca

Que tal curtir um joguinho com o popular Mario Bros? Pois se você receber esse convite por e-mail, desconfie. Trata-se de mais uma isca para instalar pragas virtuais. Segundo a empresa de segurança Sophos, quem clicar no arquivo que acompanha a mensagem instalará o worm conhecido como W32/Romario-A.

Além de carregar um joguinho com o personagem da Nintendo, ele inicia vários processos nocivos: infecta drives compartilhados (o que é perigoso em ambiente de rede), dispara via e-mail mensagens contaminadas para todos os contatos da máquina infectada e cria arquivos em drives removíveis com nomes como mariobros.exe, crazy mouse.exe e bola.exe, entre outros. A praga virtual também possui recursos para programar datas de ativação.

Usar games como isca não é novidade. A estratégia já foi usada, por exemplo, por pragas como Bagle-U, Coconut-A e Troj/Gonorj-A.

Elimine arquivos MP3 duplicados e organize sua discoteca

Utilitários gratuitos vão deixar sua coleção de músicas em forma e ajudar a encontrar sua canções prediletas facilmente

Com um número cada vez maior de serviços de compartilhamento (P2P) de arquivos disponíveis na web ficou fácil baixar músicas e com isso, a biblioteca de canções só tende a crescer.

Sem uma organização, por menor que seja, localizar uma determinada canção entre centenas, senão milhares, de arquivos pode ser um trabalho complicado.

O melhor a fazer é criar uma estrutura que faça sentido para o usuário. Uma sugestão poderia ser organizar as músicas por gênero, cantor ou banda, nome do álbum e, por fim, nome da canção.

Mas o usuário pode escolher a que melhor se adequar às suas necessidades. Dá trabalho criar essa estrutura. Mas o tempo e a localização futura de músicas vão mostrar que esta é a melhor coisa a ser feita, pode acreditar.

Porém, quem já possui um bom número de faixas MP3 sem nenhum tipo de organização, terá um grande trabalho pela frente. Mas saiba que é possível fazer isso sem gastar nada.

Acabe com duplicidade
É muito provável que exista mais de uma cópia de uma determinada canção em seu HD.

Por impulso, ao navegar pelos sites P2P, seleciona-se as músicas que nos agradam sem nos preocuparmos se ela já foi baixada anteriormente.

Para resolver esse problema, é possível utilizar o freeware EF Duplicate MP3 Finder (em inglês, mas muito fácil de usar). Uma vez instalado, é necessário ‘configurar’ o aplicativo para que ele faça a busca de acordo com os parâmetros desejados.

Isso implica informar o software onde suas músicas estão armazenadas e grau de precisão com a qual se quer ele identificas as possíveis duplicidades.

No momento da busca, o EF Duplicate MP3 Finder analisa em primeiro lugar os atributo mais óbvios, como nomes do artista e da música. Seus desenvolvedores, porém, pensaram mais além e incluíram a análise de tags existentes nas faixas MP3.

Essa análise é extremamente útil; como não existe um padrão que os usuários utilizam para nomear seus arquivos de áudio, os nomes dados a faixas idênticas podem variar significativamente. O software suporta os formatos MP3, Ogg/Vorbis, FLAC e WMA.

Deixa a ‘discoteca’ em ordem
Agora que você já sabe que sua coleção de músicas não possui arquivos duplicados, é hora de arrumar a casa.

Uma boa forma de fazer isso é utilizar o MediaMonkey, também em versão freeware. Este excelente organizador oferece um grande número de funcionalidade tais como reprodução, ripagem, sincronia com iPod e outros tocadores MP3 e um editor de tags – que vai ser muito útil na organização de suas canções.

Uma das principais vantagens do MediaMonkey é permitir visualizar sua biblioteca de áudio de diversas formas, a partir dos tags utilizados; com certeza tornando o processo de localização de faixas muito mais simples.

Vitrola digital' passa músicas do vinil direto para MP3

Equipamento transfere músicas dos LPs por cabo USB e também grava CDs automaticamente

SÃO PAULO - Até hoje estava na mão de alguns poucos conhecedores de música digital (e donos de complexos sistemas de áudio) a possibilidade de transformar músicas de discos de vinil em arquivos de computador. Uma vitrola lançada pela empresa ION promete mudar essa realidade. O equipamento tem saída USB e grava em MP3 as músicas executadas.

O aparelho é compatível com Mac e PC e também consegue gravar CDs a partir dos discos. Custa US$ 106 (o equivalente a R$ 212) na Amazon.

Até os antigos "bolachões" em 78 rotações podem ser aposentados de vez - a ION iTTUSB tem ajustes de velocidade que também suportam os disquinhos de 33 e 45 rotações. A qualidade do som fica muito semelhante à original dos discos, o que faz toda a diferença para os fãs dos tempos de outrora. Com a recente conversão para formatos digitais (e a compressão do MP3), a exigência por áudio de qualidade diminuiu muito.

Outra opção de mercado para transformar vinil em arquivo digital é a vitrola GF-350, da Teac. Mais caro (cerca de US$ 340, ou R$ 680), o produto pode fascinar pelo design mais antigo, semelhantes aos aparelhos de som dos anos 1990. Esta não permite conexão direta com o computador, apenas a gravação de CDs.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Dicionário Michaelis - UOL

Dicionário Michaelis - UOL

Este dicionário, criado com a colaboração da equipe UOL com mais de 200.000 verbetes e subverbetes, foi planejado com extremo rigor lexicográfico, procurando-se registrar o maior número possível de vocábulos, tanto da linguagem escrita quanto da oral. A obra se baseia no banco de dados lexicográficos da Melhoramentos, que foi reestruturado, revisto e ampliado com milhares de novos verbetes elaborados por especialistas em diversas áreas do saber.
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Incluídos os seguintes módulos de tradução:
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  • PORTUGUÊS
  • PORTUGUÊS «» INGLÊS
  • PORTUGUÊS «» ESPANHOL
  • INGLÊS «» PORTUGUÊS
  • ESPANHOL «» PORTUGUÊS
  • SINÔNIMOS E ANTÔNIMOS.
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Tamanho: 15.8 MB
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HD Virtual de Direito


Diversos livros Jurídico de vários escritores para download dividido em vários arquivos neste HD virtual!

Tube Hunter 9.5



O TubeHunter, grava seus vídeos favoritos para seu PC ou iPod para que você possa assisti-lo quantas vezes quiser. E o faz a partir de uma interface mais que clara, nítida.

Sim, você poderá gravar os vídeos do YouTube e MySpace, mas TubeHunter não acaba aí. Também lhe abre as portas de outros serviços menos conhecidos, como Photobucket, Metacafe, Dailymotion, iFilm, Flurl, Bebo, Break.com, VSocial e Grouper.

Além disso, todos os vídeos baixados podem ser gravados em outros formatos como MPEG, MPEG4 AVI, iPod MP4, MOV, Flash SWF, M4A, PSP, MP3, WAV, OGG, 3GP e 3G2.

TubeHunter pode trazer alguma dificuldade ao usuário novato que gravar o vídeo no primeiro formato que aparecer. Sem dúvida, a ausência de codecs levará à frustração diversas pessoas que pensarão que o programa não funciona. Neste caso, convém atualizar os codecs do sistema ou rever a configuração.

Estilo: Gravação / Download
Fabricante: Neoretix Laboratory
Tamanho: 10.94 Mb
Formato: Rar
Idioma: Inglês

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8 em 1 Acadêmico - novo Código Civil, o Código de Processo Civil, o Código Penal, o Código de Processo Penal

Neste exemplar, o estudante e o profissional encontrarão o novo Código Civil, o Código de Processo Civil, o Código Penal, o Código de Processo Penal, o Código Comercial, o Código Tributário, a CLT, o Código de Defesa do Consumidor, a Constituição Federal e a Legislação Complementar.

Os Códigos, a Constituição Federal e a Legislação foram atualizados e revisados, visando proporcionar a facilidade da consulta. No sistema jurídico brasileiro, em face das normas
referidas, a coletânea dos Códigos e demais Leis em uma única obra dizem mais do que a simples exigência de economicidade.

O intuito desta Obra é proporcionar eficiência e segurança na consulta aos temas de interesse. A atualização e a disposição dos Códigos facilitam o manuseio e a consulta com a rapidez que se exige nas aulas e na atuação profissional

Estilo: E-books / Jurídico
Editora: Jurídica Lemos & Cruz
Tamanho: 6 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português

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