sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Malware - Meu PC tá contaminado?

Antivírus, firewall, antispyware, antispam... O arsenal de programas para proteger o computador contra os perigos da internet é realmente bem grande. Porém, como nenhum sistema é perfeito, eventualmente o PC pode ser infectado por alguma praga. E aí surge a dúvida: como saber se isso aconteceu mesmo?

Há uma série de detalhes simples aos quais o usuário final pode ficar atento, de acordo com Zoe Markham, pesquisadora da empresa de segurança Sophos. “Quando fizer buscas na internet sobre o assunto, fique de olho nos nomes de sites e companhias com os quais você está familiarizado e acha que pode confiar”, recomenda.

Confira os sintomas mais comuns:

- Os pop-ups começam a surgir em grande número e não têm ligação com o conteúdo que você está acessando na internet. “Lembre-se de que algumas dessas janelas são irritantes, mas legítimas”, diz Zoe.

- A página inicial do navegador é alterada. Alguns provedores ou aplicativos fazem a mudança automaticamente, mas você deve ter o poder de inserir o endereço que quiser. O problema normalmente aparece quando você não reconhece a URL e nem é capaz de mudá-la.

- O browser trava repetida e/ou inesperadamente, ou ainda apresenta mensagens de erro que fazem referência a arquivos com nomes esquisitos (pesquisas no Google podem dar pistas sobre eles).

- Os favoritos sofrem alterações sem que você tenha sequer mexido neles.

- O mecanismo padrão de busca é alterado.

- A navegação fica significativamente mais lenta.

- Você é redirecionado quase aleatoriamente a sites que não têm nenhuma ligação com as páginas que pretendia visitar.

Além da navegação, usar o próprio computador se torna uma tarefa mais complicada, explica Zoe. Veja outros indícios que podem apontar para uma contaminação por malware:

- A máquina se torna lenta e não responde bem aos comandos.

- Ícones e atalhos começam a aparecer no sistema operacional.

- Ao abrir a opção para remover programas, você percebe que há aplicativos desconhecidos.

- As configurações do desktop (como a imagem de fundo, o protetor de tela ou a data e hora) são alteradas.

- Chegam à sua caixa postal respostas relacionadas a e-mails que você não escreveu.

- O computador desliga sozinho sem exibir qualquer mensagem de aviso.

- A Barra de Tarefas não está visível.

- Na hora de desligar o computador, ele avisa que outros usuários ainda estão conectados.

- Você ouve a reprodução de sons estranhos sendo tocados no PC.

- O roteador ou firewall exibe notificações sobre aplicações não conhecidas que estão tentando se conectar à internet.

- O computador trava inesperadamente.

Não é preciso dizer que manter o antivírus e os patches de segurança atualizados é essencial”, diz a pesquisadora.

Caso suspeite que o programa deixou escapar alguma ameaça, normalmente é possível usar os antivírus online, que são gratuitos, para fazer uma varredura. Além da Sophos, empresas como Kaspersky, Trend Micro e Panda Security oferecem ferramentas parecidas.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Troca de Filmes em Maceió - Alagoas

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Nova Comunidade para Troca de Filmes aqui em Maceió
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Você é cinéfilo ou colecionador de filmes? Tens o hobbie saudável, educativo, cultural de colecionar e assistir filmes de todos os gêneros e ano de produção?

A comunidade no orkut TROCA DE FILMES EM ALAGOAS, no endereço http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=54950092 , foi criada para acompanhamento de TROCA DE FILMES (DVD, DIVX, XVID, RMVB, MPG, WMV, etc.), permitindo a ampliação de seu acervo e ciclo de amizades.

É sugerido que a TROCA seja realizada presencialmente. A experiência de troca deve ser postado, para que haja um histórico de idoneidade dos participantes.

Visite a comunidade e faça contato.
* MSN do criador da comunidade: coveroots@hotmail.com
* Link da Comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=54950092

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

PaySMS

PaySMS
Ganhe Dinheiro com seu Celular

O PaySMS é um sistema de Marketing Multinível onde as pessoas recebem mensagens de texto em seu celular, e ganham por isso. Ou seja, você ganha para disponibilizar o seu celular para as empresas anunciantes, que com isso poderão divulgar suas promoções, produtos, etc. Você fica informado de tudo isso, e ainda ganha. De onde vem o dinheiro? Das empresas anunciantes, que pagam pelo serviço! É como se fosse um comercial, só que em vez de ser na TV, é direto no celular dos clientes! Acreditamos que esse mercado de publicidade tem um grande potencial de crescimento, até porque já é um sucesso em alguns países como Itália e Estados Unidos.

Quantos SMS's você recebe por dia? Seria um problema receber um SMS a mais em troca de um grande produto? Seria um problema receber SMS que te mantém informado de ofertas ou serviços do teu interesse?

A resposta a estas simples perguntas é não! Então cadastre-se na PAYSMS. A única coisa que você tem que fazer é ler as mensagens que chegam.

Para Fazer parte do Sistema PaySMS você devera ser convidado por um usuário! Comece a Ganhar dinheiro com PaySMS.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Imprima os arquivos das pastas

Aprenda a imprimir as pastas do Windows

Um dos problemas históricos do sistema operacional Windows é a impossibilidade de se imprimir o conteúdo das pastas ou dos discos (hd, disquete, pendrive, cd).

Para resolver esse problema, a sugestão é o uso de um programa gratuito que permite imprimir o conteúdo de discos e pastas em diversos formatos. O software CdTree 3.1.4 faz o catálogo de uma única pasta ou do disco rígido inteiro e permite imprimir o conteúdo numa folha de papel convencional ou no formato e tamanho de uma capa de CD/DVD, o que facilita a documentação de CDs e DVDs de dados.


Image

Além da impressão, o programa também permite a catalogação e classificação do conteúdo dos discos e pastas.

Para obter uma cópia gratuita do programa acesse o link: CDTree no Superdownloads

Dúvidas e detalhes de uso e instalação, poste aqui.



segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Como a crise financeira dos EUA afeta o bolso

Os efeitos da crise financeira também são sentidos pelos consumidores brasileiros. Quem pensa que as conseqüências só se limitam aos investidores está muito enganado. A alta do dólar e a menor oferta de crédito, decorrentes do cenário internacional, afetam o cidadão comum e, principalmente, seu bolso.

Para se ter uma idéia, a recente valorização da moeda norte-americana pode pressionar para cima os custos de produção de fabricantes que utilizam componentes importados. Por isso, o brasileiro passa a pagar mais por itens como eletroeletrônicos. Os produtos vindos de outros países ficam mais caros.

"Por estarmos praticamente abrindo o último trimestre, já estão sendo fechados os contratos de importação dos alimentos, dos presentes natalinos e dos pacotes de viagens internacionais", ressaltou um consultor em finanças, para explicar que, mesmo que o dólar caia, a cotação atual, que está mais alta, será usada para ditar os preços dos importados.

Menos crédito

A crise também deixa os bancos em alerta. Eles deverão aumentar o rigor na concessão de crédito, mesmo com a diminuição do desemprego e o aumento da renda, que indicam que a população está com mais condições de honrar com seus compromissos financeiros. A restrição do crédito se dá por meio de uma análise melhor do cliente.

"Os prazos diminuirão para até 60 meses no máximo, para diminuir o risco de inadimplência", afirma o consultor. Em determinados tipos de empréstimos, os prazos estavam bastante longos, o que fazia com que a parcela coubesse no bolso do consumidor e aumentasse a concessão, como no caso de automóveis que chegaram a mais de 90 meses.

Com uma menor oferta de crédito, o mais comum é que seu valor se eleve. "O custo dos empréstimos deve aumentar porque a tendência é do crescimento da taxa básica de juros para próximo de 15% ao ano.

Na dúvida, o que fazer?

Quem quer comprar importados, por exemplo, ainda encontra produtos que vieram para o País quando o câmbio estava mais favorável. Por isso, pode comprar agora, se tiver o dinheiro disponível para tal.

Em relação às viagens internacionais, de acordo com o planejador financeiro Hugo Azevedo, o comportamento de postergar a compra é arriscado. "Se a pessoa vai para Nova York, ver a neve durante o Natal, tem que fechar já", explicou, completando que o local é bastante demandado e, por isso, os preços sobem. "Quanto mais próximo da viagem, mais caro".

Quanto à compra de dólares para levar ao exterior, o recomendado é que a pessoa adquira aos poucos. "Compra 20% esta semana, daqui a uma semana ou 10 dias, compra mais 10% e assim vai, até comprar tudo".

No caso do crédito, a dica é "buscar financiamentos com taxas máximas próximas a 2% ao mês".

Para os investidores

Conforme explicado, em períodos de crise, o mais indicado para quem investe em ações é não desistir de tudo, ou sair da Bolsa de Valores, para não concretizar o prejuízo.

Agora, se você possui um perfil mais conservador, é melhor aplicar na renda fixa pós-fixada (CDBs, fundos DI e Tesouro Direto), porque é um "porto seguro para as nuvens cinzas da crise", nas palavras do consultor.

PARA ENTENDER A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria um empréstimo, algo como 800.000 dólares, dando seu

apartamento como garantia. Ele aceitou, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como
400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) para ele, deu um
carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou TV de plasma de 63 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado,
tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito!

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis iriam cair. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em
construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez...

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil....parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.

Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.

Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender,
mais as prestações dos carros, das cuecas, dos notebooks, da TV de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou.
Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa onde ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir...

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos,
mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que
despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma 'bolha', um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos
milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba.
E acabou... Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir
porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.

O medo de perder o emprego fez a economia travar.
Recessão é sentimento, é medo.
Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também
começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de
devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém, essas medidas levam meses para surtir efeitos práticos.
Essas medidas foram correctas e, até agora, não é possível afirmar que os EUA estavam tecnicamente em recessão.

O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo
para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não falisse. Depois disso o
Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana, dezenas de boatos voltaram
a acontecer sobre falência de bancos. A bola desta vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul, hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá. Entretanto, o Lehman Brothers
pediu falencia, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos) pontos no Indice Dow Jones, que
mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York - a maior queda em um unico dia,
desde a quebra de 1929 ...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Veja o que levar em conta na compra de um computador

Treze milhões. Esse deve ser o número total de computadores vendidos no Brasil até o final do ano, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).

Com facilidades de pagamento e preços cada vez mais convidativos, é difícil resistir às ofertas de notebooks e desktops que se multiplicam em anúncios.

Em primeiro lugar, porém, o consumidor deve levar em conta suas necessidades. Quem pretende rodar jogos modernos vai precisar de uma boa placa de vídeo, um processador potente e bastante memória.

Já quem irá se dedicar somente a tarefas leves, como navegar na internet e escrever textos, não precisa de uma configuração tão robusta. Mas isso não quer dizer que qualquer PC sirva --ainda se vendem micros com processadores lentos, discos rígidos de pouca capacidade e memória RAM insuficiente, entre outras características indesejáveis.

Por isso, é bom ficar atento na hora da compra para não ter decepções com a performance do micro nem precisar fazer um upgrade (atualização de componentes) tão cedo.

Atente-se às características do processador. Prefira computadores com chip de núcleo múltiplo, como Athlon 64 X2, da AMD, e Core 2 Duo e Pentium Dual-Core, da Intel. "A tendência é que haja cada vez mais programas que fazem uso dos dois núcleos.

De memória RAM, o ideal é ter pelo menos 1 Gbyte. Um valor confortável para usar o exigente Windows Vista, sistema operacional mais recente da Microsoft, é 2 Gbytes, quantidade que propicia um bom ganho de performance.

Fique atento ao tamanho do disco rígido, principalmente se você pretende guardar muitos arquivos, como fotos, músicas e vídeos. Um bom valor para começar é 160 Gbytes. Mas já é possível encontrar micros com 250 e até 500 Gbytes a R$ 1.500, aproximadamente.

Embora isso seja cada vez mais raro, ainda há PCs à venda com leitor óptico que lê DVD, mas grava apenas CD. Evite-os --um CD gravável suporta apenas 700 Mbytes de dados, ante 4,7 Gbytes de um DVD.

Gamers precisarão de uma placa de vídeo com pelo menos 256 Mbytes de memória. Placas de vídeo separadas da placa-mãe (off-board) costumam ter melhor performance, mas, segundo Vasconcelos, algumas incluídas atualmente na placa-mãe (on-board) também podem satisfazer. "Vídeo on-board de bom desempenho são da Nvidia, da Intel e da AMD. Dá até para rodar jogos 3D razoavelmente, desde que não sejam muito pesados", afirma.

Diferenciais

Observe também os extras que o micro oferece. Leitores de cartões de memória e portas USB frontais (em desktops) são bons diferenciais. Se o lugar onde você mora ainda não tem acesso a banda larga, certifique-se de que o micro que você comprará tem modem para conexão discada.

Fonte: Folha OnLIne Informática

terça-feira, 22 de julho de 2008

Desculpe doutor, mas pedofilia não é doença não.

No curso de Economia na Ufal, o saudoso professor Luiz Fernando Oiticica Lima costumava gozar com a turma; éramos 30 alunos na sala e ele dizia: Aqui só tem dois economistas; o resto vai ser datilografo na Fiplan.

(Fiplan era a Fundação de Planejamento, que realmente empregava muita gente)

Lembro-me dessa passagem para ilustrar que o fato de possuir diploma de nível superior não credencia ninguém, à priori, à nada. Vamos lembrar que o melhor ministro da Fazenda da história recente do País é um médico; e o melhor ministro da Saúde da história recente do País é um economista.

Pois bem; a propósito do post sobre pedofilia fui mal-interpretado e quero dar alguns esclarecimentos. Antes, devo afirmar que sou empirista radical – eu só acredito naquilo que pode ser demonstrado.

Exemplo: o quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos catetos porque 5 ao quadrado é 25 (hipotenusa); 4 ao quadrado é 16 (cateto A) e 3 ao quadrado é 9 (cateto B). Somando-se os dois catetos ( 16 + 9) é igual a 25 e, assim, está demonstrado a veracidade do Teorema de Pitágoras.

É diferente de tratar a pedofilia como doença. Primeiro, a pedofilia não é doença – é um ranso que parte da humanidade não conseguiu se livrar, ainda que remonte da pré-história da humanidade. Quando me refiro à história da origem da humanidade não levo em consideração a Bíblia, pois Gênesi é ficção – Adão e Eva são tão verdadeiros quanto o Saci Pererê e a Caipora.

Em segundo lugar, ao tratar a pedofilia como doença protege-se o pedófilo – que antes ia para a cadeia e hoje vai para o hospital. Foi isso o que quis dizer e não me interessa se a definição da pedofilia como doença tenha partido de cientista. Cientista também erra e, neste caso, ao definir a pedofilia como doença esse cientista deu argumento ao pedófilo – que, agora, ao invés de ser preso é internado.

O pior é que se debate o aumento de casos de pedofilia! Não é incrível, isto? É hipocrisia, mas é incrível.

Peço desculpas aos que não gostaram, mas ninguém vai me convencer do contrário; seria negar minha condição de empirista. Eu só mudo de opinião se a tese for demonstrada tal qual o Teorema de Pitágoras.

Pedófilo tem de ir para a cadeia e não para hospital!

PS – Tirado de um blog aqui de nossa capital, Maceió/Alagoas. Blog do Bob.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Acredite em você!

por Prof. Damásio de Jesus*

Não seja um ELEFANTE ACORRENTADO. Você já observou o elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. Que mistério!!!

Por que o elefante não foge? Perguntei a um adestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está adestrado. Fiz então a pergunta óbvia: - Se está adestrado, por que o prendem? Não houve resposta!

Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: O elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.

Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso. aquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Jamais, jamais voltou a colocar à prova sua força.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", "que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que "a corrente da estaca" ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim".

De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma: "não posso", "é muita terra para o meu caminhãozinho", "nunca poderei", "é muito grande para mim!".

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Vá em frente.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

A cruz e a piscina: Uma reflexão

Nas minhas caçadas pela grande rede, localizei esse ponderado relato de um internauta, e resolvi postar para ouvir a opinião dos colegas de trabalho.

Até hoje adoro o mergulho tanto em águas marinhas, quase sempre acompanhado de meu amigo Luisão, e o salto ornamental em piscinas onde tenho o costume de sempre correr até a água e molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho...

Dias atrás alguém intrigado com este meu comportamento perguntou se existia uma razão para este hábito e qual era. Respondi-lhe:

- "Há alguns anos, quando eu servi o exército, fui convidado a ser o instrutor de natação e mergulho da minha companhia. Eu tentava ensinar alguns a nadar e a outros voluntários a saltar do trampolim.

Certa noite, num calor sufocante, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava solitária e linda no céu. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.

Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem o que me levou a pensar na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue.

Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Só sei que finalmente desci do trampolim fui até à escada para entrar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.

Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.

Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer, sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água."